Sete novas unidades de saúde entraram em operação neste ano em regiões periféricas da capital, atendendo bairros cujos moradores percorriam mais de 40 minutos até o serviço mais próximo.
A ampliação da rede é apontada por urbanistas como fator relevante na qualidade de vida e, no médio prazo, na atratividade residencial dessas regiões.






